quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Buffet Jorge Churrasco

A história do churrasco brasileiro tem sombras longas. Começa necessariamente no século XVII, no interior dos Sete Povos das Missões, comunidade criada pelos jesuítas no oeste do Rio Grande (abarcando Paraguai e Argentina) para reunir indígenas – em especial guaranis – na missão catequisadora. Destruída em 1768, a comunidade deixou como testemunho, além das ruínas, um belo exemplo de sociedade ideal para os homens e sua profunda influência na colonização. É que os rebanhos ali criados, sem dono após a guerra de destruição, ganharam os campos e ali se multiplicaram ao sabor da natureza. Era riqueza muito vistosa para não ser aproveitada naquele Brasil – colônia que crescia atrás do ouro. Por isso os preadores passaram a descer de Laguna e São Paulo para apresá-los. Eram os tropeiros, cuja refeição básica nas breves paradas de acampamento consistia num pedaço de carne fresca, assada ao calor das brasas no chão e temperado com um pouco de cinza.
O historiador Dante de Laytano identifica nessa gente o primeiro ciclo de ocupação do estado. “ O segundo foi o do invernador, que já era siminômade e se obrigava a parar no caminho para engordar o gado e proteger-se do inverno”, diz ele. Assim como nos caminhos dos tropeiros, nos seus também foram brotando cidades. E como os tropeiros, invernadores e seus peões tinham no gado assado sua dieta principal, agora salgado. Eles haviam copiado dos índios o costume de colocar mantas de carne sob o arreamento, no lombo do cavalo, enquanto cavalgavam. No ponto de parada, devidamente salgado pelo suor do animal, a carne estava pronta para ir ao fogo.
Como se vê, o churrasco tornou-se fio condutor da história rio grandense e prosseguiu nesse papel durante o terceiro ciclo da fixação a terra, a chamada “civilização do estancieiro”. Agora já era uma larguíssima fazenda organizada, na qual a peonada saía para distantes lidas de gado, que duravam semanas, meses e cujo cardápio era o churrasco, nutritivo e fácil de fazer com carne à mão. Foi nesse momento que tomou a forma de típico churrasco gaúcho como o conhecemos, com fogo de chão e espetos de carne fincados na terra ao redor.
A receita não podia ser mais simples: carne com alguma gordura – em geral costela -, coberta de sal e levada ao fogo demorado, assando primeiro de um lado e depois do outro. “Mas o churrasco não é exclusivo do Rio Grande, existiu em toda América do Sul antes do Descobrimento.
De fato, os registros históricos se referem ao coócai, um assado primitivo e ao coócatuca, carne no espeto, usado pelos índios. A verdade é que no século passado, a modalidade do fogo de chão estava definitivamente consagrada, a julgar pelo depoimento do naturalista Saint Hilaire, de 1821. “Logo chegando ao lugar onde pisei, meu soldado fez uma grande fogueira; cortou a carne em compridos pedaços da espessura de um dedo, fez ponta em uma vara de cerca de dois pés de comprimento e enfiou-o a guisa de espeto em um dos pedaços de carne e quando julgou suficientemente assado, expôs o outro lado. Ao fim de um quarto de hora esse assado podia ser comido, parecendo uma espécie de beefsteak suculento, porém de extrema dureza.
Somente em tempos mais recentes o churrasco gaúcho incorporou outros cortes do gado, como a picanha ou fraldinha. A novidade veio na esteira de uma série de inovações introduzidas no prato a partir desse século, pela colonização italiana que se fixou no norte e na região da serra do estado. Para os italianos, churrasco era comido apenas em dia de festa, valiam vários cortes e era preparado de véspera, com os pedaços de molho em vinha d’alhos. Foi dali que nasceu o popularíssimo “rodízio” ou “espeto corrido”, como dizem os gaúchos, com os acompanhamentos que um velho gaudério jamais admitiria, além de levar frango e carne de porco. (A moda do espeto e da grelha acabou entrando até na área de peixes).

Por curiosa coincidência, os pioneiros bem sucedidos no espeto corrido vieram de Nova Bréscia, pequena cidade encravada na serra, a 167 km de Porto Alegre. A cidade exibe na praça principal a estátua de um churrasqueiro com avental branco, faca e espeto nas mãos.



Fonte: Churrasco e companhia

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

No último fim de semana realizamos no Spazio Rona em Capivari o casamento de Renan e Daniela, confira algumas fotos do que oferecemos na ocasião mais que especial:















quinta-feira, 24 de outubro de 2013


 O Buffet Jorge Churrasco participou do lindo casamento de Sandra e Jarlei, que aconteceu no último sábado, no Espaço Catavento.
Confira algumas imagens da belíssima festa:
























quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Veja tudo o que você precisa para reunir os amigos: escolha da churrasqueira, tipos e quantidades de carne, temperos.


Churrasco do Buffet Jorge Churrasco em Piracicaba.

Reunir os amigos e familiares para um churrasco é um dos melhores programas para um fim de semana. Para realizar um bom churrasco, além da presença de pessoas queridas, é preciso saber escolher e preparar carnes saborosas e de qualidade. O planejamento vai fazer com que haja menos preocupação e mais descontração em seu evento.

Escolha da churrasqueira
A primeira coisa a se fazer é escolher o tipo, modelo e tamanho da churrasqueira. Quanto ao tipo, existem as churrasqueiras em alvenaria, as construídas a partir de kits pré-fabricados e as metálicas, que são adquiridas já prontas em revendas.
Ao escolher a sua lembre-se de que uma boa churrasqueira deve ser fechada nas laterais e na parte de trás, para que haja maior concentração de calor em sua área interior. Também é recomendável a utilização de churrasqueiras em alvenaria, que possuem revestimento interno em tijolos refratários. Elas seguram mais calor em sua área interna, enquanto que as metálicas emitem muito calor para a área externa, podendo resultar em inflamações no corpo humano como, por exemplo, na região do abdômen.
A churrasqueira não deve conter grelha ao fundo para a queda de cinzas na gaveta, pois as cinzas devem ficar dentro da churrasqueira para serem utilizadas na contenção de labaredas. Preocupe-se com os sistemas de graduação das grelhas e locais para espetos.
No mercado existem dois sistemas de regulagem: um é formado por manivelas e correntes que sobem e descem a estrutura de aço inox, que serve como suporte para as grelhas, conforme a necessidade, mas requer muita manutenção; e o outro consiste de vários trilhos ou peças metálicas, instalados em várias alturas, para o encaixe de grelhas e espetos, esse modelo não necessita de muita manutenção e é adquirido a um preço mais acessível.

Escolhendo e preparando o carvão
Não se esqueça de comprar o carvão, a principal matéria-prima para a alimentação da brasa da churrasqueira. Você pode escolher entre os três tipos: o mineral, o compactado e o vegetal, sendo este último o mais encontrado no mercado, o mais utilizado, além de possuir custo mais acessível.
Para garantir uma boa brasa, é preciso adquirir carvão vegetal que esteja completamente seco. Um bom carvão vegetal é aquele vendido em pedaços grandes e não em pó. Forre o fundo da churrasqueira em uma profundidade de 20 cm. Utilize acendedores tipo gel para maior segurança.
Lembre-se que a carne só deve ser levada à churrasqueira após o carvão estar em brasa. A brasa deve ser formada no centro e as laterais devem ser usadas para abastecimento de carvão e as cinzas, usadas na contenção de labaredas.

Calculando a quantidade de carne
Para se calcular a quantidade de carne para um churrasco, lembre-se que haverá pessoas que consumirão apenas 250 gramas e outras chegarão a consumir até 1 kg de carne. Então, para calcular a quantidade, recomenda-se 400 a 600 gramas de carne para adultos e 300 gramas para cada criança.
Mas se você for servir vários tipos de carne, aumente as quantidades por tipo de carne, para não arriscar a falta de carne se todos preferirem consumir um só tipo. Leve em conta que além de carne, seus convidados irão consumir também acompanhamentos (pão de alho, saladas, farofas, arroz, aperitivos, vinagrete, etc.).

Carnes e temperos
Certifique-se de comprar produtos de qualidade e de boa procedência. Toda a carne do boi é boa se tiver boa procedência. Entre as carnes bovinas mais escolhidas para a realização do churrasco estão: picanha, costela, filé mignon, contra filé, alcatra, cupim, maminha, fraldinha e bisteca, também conhecida como chuleta.
O processo de tempero da carne para churrasco é muito simples. Independentemente da carne, o melhor tempero para o churrasco é o sal grosso. Lembre-se que em um churrasco, a carne deve ficar por cerca de uma hora na temperatura ambiente, isto é, fora da geladeira e ser temperada poucos minutos antes de ser levada à churrasqueira.

Carnes grelhadas x assadas
Defina quais peças serão assadas e quais serão grelhadas. Separe os pedaços grandes de sal para as primeiras, e os pedaços menores para a segunda.
Nas carnes grelhadas, as partes mais grossas dos pedaços devem ficar voltadas ao fundo da churrasqueira que é o setor com mais concentração de calor, sendo que depois de 10 ou 15 minutos (o tempo pode variar conforme a churrasqueira) os pedaços devem ser virados. A peça deverá ser dividida em vários pedaços ou porções e deverá estar a 15 cm da brasa.
Já para assar, a carne é levada à churrasqueira em peça inteira (com cerca de 1 quilo) e deve ficar a uma altura de 60 cm da brasa. Para assar uma picanha, por exemplo, é preciso primeiramente colocá-la no local de forma que a gordura fique voltada para cima e, após cerca de 30 minutos ela deve ser virada.
A carne nunca deve ser lavada, pois a água irá endurecê-la.

Achou muito difícil fazer um bom churrasco? Contrate um buffet!

Conheça o Buffet Jorge Churrasco que atende Piracicaba e região.


Fonte: M de Mulher



segunda-feira, 7 de outubro de 2013


No mês de julho realizamos o 1º Jantar Dançante  da família Valério! Em ambiente animado e descontraído a noite foi pura diversão. Confira alguns dos pratos que servimos no jantar: 











quarta-feira, 11 de julho de 2012

Confira aqui algumas maneiras diferenciadas de fazer churrasco, são formas diferenciadas, rendendo refeições maravilhosas para você e seus convidados.

Churrasco Primitivo



De acordo com Hernandes o primitivo, também chamado de selvagem, é um tipo de churrasco feito "em geral no campo a céu aberto ou no chão de um rústico galpão". A carne escolhida é quase sempre uma costela ou ma-tambre, temperado pelo sal grosso que é dado para o próprio gado. Come-se de pé, sem acompanhamentos e nem talheres, cada um dos participantes tirando um naco do próprio espeto.

Churrasco de Couro 


Já o churrasco de couro, comum na fronteira entre o Uruguai e a Argentina, está cada vez mais esquecido. Antigamente quando matavam um boi, retiravam um pedaço do traseiro com a picanha, o filé e a alcatra, junto com o couro, e assavam essa peça lentamente. Hoje só é feito pelos que gostam de manter as tradições gaúchas.

Churrasco de Labareda


O churrasco de labareda é feito no campo, durante uma árdua jornada de trabalho e, em geral, com pressa para o almoço. Trata-se do fogo alto, com fortes labaredas, que assa um fino pedaço de carne espetado em um pau, que é rodado meia hora por um churrasqueiro. Não tem muita elaboração, mas garante o fim da fome e a continuidade da labuta.

Assado no Barro 

O assado no barro vale ser citado só pela curiosidade, pois hoje em dia quase não é mais feito. O gaúcho abria um buraco no chão e nele acendia o fogo. Depois de algum tempo aquecendo o local, retirava as brasas e colocava dois pedaços de carne, ainda com couro, sendo que os músculos ficavam para a parte de dentro. Feito isso, acendia novamente o fogo por cima e esperava a carne assar.

Churrasco de Grelha 


O churrasco de grelha, como o nome já diz, é feito em uma grelha de ferro que, nos seus primórdios, era de pau. Esse tipo de churrasco é muito apreciado no Uruguai, mas alguns cortes de carne necessitam de adaptação, como é o caso "da picanha, por exemplo, que não poderá ser assada inteira, e sim dividida em postas", explica Hernandes em seu livro.

Churrasco dos Imigrantes 


Também há que se ressaltar a influência dos imigrantes na realização do atual churrasco gaúcho. Dos italianos incorporamos o galeto e a polenta como acompanhamento, além de algumas saladas. Já dos alemães a influência foi marcada pelos salsichões que eles não dispensam e pelo consumo da carne de porco, que é uma das suas prediletas.



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terça-feira, 3 de julho de 2012



A carne branca do peixe é de textura macia e sabor único, seja frito, assado, cozido ou grelhado existem milhares de maneiras para preparo, em grande parte o recheio completa a receita e realça o sabor.

Os atrativos de uma receita preparada com peixe não param, ele é fonte de proteínas que são absorvidas com mais facilidade pelo organismo do que os outros tipos de carne. Os pescados possuem grande papel na manutenção e crescimento do organismo e são essenciais na digestão, na produção de anticorpos, na coagulação do sangue, controle da taxa de colesterol, entre outras funções. É também rico em nutrientes e sais minerais tais como ferro, iodo, magnésio, cálcio, sódio, fósforo, também em vitaminas A, E, D, B2, B3, B12 e ácido fólico, fundamentais para o bom funcionamento o corpo.


Confira uma receita super prática de peixe assado na brasa

Ingredientes
1 peixe de 1kg aberto ao meio sem espinha (salmão, pintado ou outro de sua preferência)
3 tomates médios
1 pimentão médio
2 cebolas médias
3 dentes de alho
1/2 copo de requeijão de azeite
Suco de limão e 1 Laranja

Instruções
Pique os tomates, as cebolas e o pimentão e reserve
Regue o peixe com suco de limão, pimenta e sal a gosto
Deixe descansar por meia hora numa travessa
Coloque os ingredientes picados dentro do peixe
Regue com mais limão, bastante azeite, esprema o alho e coloque rodelas de laranja por cima
Feche o peixe
Passe azeite em torno da pele e enrole em papel alumínio
Leve no alto da churrasqueira por 45 minutos


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